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sexta-feira, 3 de abril de 2015

O EVENTO DA CRUZ: O CENTRO DA FÉ CRISTÃ


"Certamente, a palavra de cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus". .
 Paulo de Tarso, apóstolo de Jesus Cristo

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“No calvário se ergueu, uma cruz contra o céu! Como emblema de afronta e de dor! Mas eu amo essa cruz: foi ali que Jesus deu a vida por mim, pecador!”.
 Hino protestante.

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“Ao contemplar a tua cruz e o que sofreste ali, Senhor. Sei que não há, ó meu Jesus, um bem maior que o teu amor”.
 Hino protestante.

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“Sem a morte sacrificial de Cristo por nós a salvação teria sido impossível”.
 John Stott, teólogo anglicano.

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“A cruz é o pivô, como também o centro do pensamento do Novo Testamento. É o marco exclusivo da fé cristã, o símbolo do Cristianismo e sua estrela polar. Quanto mais os incrédulos negarem o seu caráter crucial, tanto mais os crentes encontrarão nele a chave para os mistérios do pecado e sofrimento”.
 Samuel M. Zwemer (1867-1952), missionário norte-americano na Arábia.

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“Cristo é para nós o que o é a cruz. Tudo o que Cristo foi no céu ou na terra foi colocado no que ele fez aí. Cristo, repito, é para nós justamente o que a cruz o é. A pessoa não pode compreender a Cristo até que compreenda a sua cruz”.
P. T. Forsyth, no livro A Crucialidade da Cruz.

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“...a fé no Mediador – no evento que aconteceu de uma vez por todas, uma expiação revelada – é a própria religião cristã; é o ‘ponto principal’; não é algo posto junto ao centro; é a substância e o grão, não a casca. A cruz é o símbolo da fé cristã, da igreja cristã, da revelação de Deus em Jesus Cristo. Toda a luta da Reforma pela sola fide, o soli deo gloria, não passou de uma luta pela interpretação correta da cruz. Aquele que compreende corretamente a cruz – e esta é a opinião dos reformadores – compreende a Bíblia, compreende a Jesus Cristo”.
Emil Brunner, teólogo protestante.

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“Na teologia histórica cristã a morte de Cristo é o ponto central da história; para aí todas as estradas do passado convergem; e daí saem todas as estradas do futuro”.
Stephen Neill, bispo anglicano.

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