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segunda-feira, 24 de junho de 2013

DESEJO DE AGRADAR A DEUS

Igreja Vitória

William Law (1686-1761), pensador e espiritualista anglicano, escreveu muitos livros sobre a necessidade da santa obediência. Em seus escritos ele declara:
“Portanto, o homem consagrado é aquele que não vive mais para sua própria vontade, ou pelos caminhos e o espírito do mundo, mas somente para fazer a vontade de Deus; aquele que considera Deus em tudo, que serve a Deus em tudo, que torna todas as partes da sua vida cotidiana partes de piedade, fazendo tudo em nome de Deus, e obedece a regras compatíveis com sua glória.”
Ele observa: “Você vê duas pessoas: uma é regular na oração pública e particular, a outra não. A razão dessa diferença não é que uma delas tem poder e força para observar a oração e a outra não tem; a razão é que uma tenciona agradar a Deus nas tarefas da dedicação, e a outra não tem intenção alguma nesse particular”.
William Law conclui:
“O mesmo ocorre no uso correto ou errado do nosso tempo e dinheiro. Você vê uma pessoa desperdiçando seu tempo na indolência e preguiça, com prazeres e diversão, gastando seu dinheiro em vaidades e despesas desnecessárias. Você observa outra pessoa cuidadosa a cada dia, administrando suas horas mediante regras da razão e da religião, e gastando todo o seu dinheiro em obras de caridade: a diferença não é que uma tem poder e força para agir dessa forma e a outra não tem; a razão é que uma tenciona agradar a Deus no uso correto do tempo e o do dinheiro e a outra não tem intenção alguma de agradar. Portanto, examinemos a nós mesmos com sinceridade; não nos contentemos com a desordem de nossa vida, com a inutilidade de nossos gastos, a tolice de nossa diversão, o orgulho dos nossos hábitos, a indolência de nossa vida, e o desperdício do nosso tempo, imaginando que tais imperfeições, nas quais caímos, são as inevitáveis fraquezas e debilidades de nossa natureza humana; tenhamos a certeza de que essas desordens em nossa vida cotidiana se devem a isto: não estamos envolvidos com o cristianismo a ponto de desejar agradar a Deus em todas as ações de nossa vida, como a melhor e mais satisfatória coisa do mundo. Assim, não devemos olhar para nós mesmos como se estivéssemos em um estado de imperfeição comum e perdoável, mas como pessoas que carecem do primeiro e mais fundamental princípio do cristianismo: o desejo de agradar a Deus em todas as nossas ações.”
Onde a fome de Deus existe, não haverá contentamento fora dele. Os pratos de lentilhas não terão valor diante da possibilidade de atender o chamado de Deus para viver para ele.

Tenha uma semana vitoriosa por Cristo Jesus!

Rev. Lucas Guimarães

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"Onde a fome de Deus existe, não haverá contentamento fora dele."

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Igreja Presbiteriana Vitória
Adorar a Deus, amar Jesus, e torná-lo amado!

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