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segunda-feira, 25 de junho de 2012

AS REGRAS DA MUTUALIDADE E OS FRUTOS DO ESPÍRITO



Gene Getz, no seu livro Um por todos e todos por um, falando sobre sua experiência em implantação de igreja, diz que descobriu ‘‘que não há nada mais importante do que ensinar aos cristãos o que a Bíblia diz a respeito das regras de ‘uns para com os outros’.’’ Segundo ele, isto produz, entre os membros da igreja, muito mais funcionamento corporal e participação pessoal.
Getz mostra como as regras de mutualidade opõem-se aos atos da natureza pecadora. Ele alista esses atos:
1. Inflamando-se uns aos outros (Rm. 1.27); 2. Julgando uns aos outros (Rm. 14.13); 3. Privando uns aos outros (1Co. 7.5); 4. Mordendo uns aos outros (Gl. 5. 15a); 5. Devorando uns aos outros (Gl. 5.15b); 6. Destruindo uns aos outros (Gl. 5.15c); 7. Provocando uns aos outros (Gl. 5.26a); 8. Invejando uns aos outros (Gl. 5.26b); 9. Mentindo uns aos outros (Cl. 3.9); 10. Odiando uns aos outros (Tt. 3.3); 11. Falando mal uns dos outros (Tg. 4.11); e 12. Reclamando uns dos outros (Tg. 5.9).
Veja que esses atos refletem as obras da carne como alistadas por Paulo (Gl. 5.19-21). Já os frutos do Espírito Santo (Gl. 5.22) é possível perceber nas regras de mutualidade, como seguem:
1. Membros uns dos outros (Rm. 12.5); 2. Amando cordialmente uns aos outros (Rm. 12.10a); 3. Honrando uns aos outros (Rm. 12.10b); 4. Tendo o mesmo sentir uns para com os outros (Rm. 12.16; 15.5); 5. Amando uns aos outros (Rm. 13.8); 6. Edificando uns aos outros (Rm. 14.19); 6. Acolhendo uns aos outros (Rm. 15.7); 7. Admoestando uns aos outros (Rm. 15.14); 8. Saudando uns aos outros (Rm. 16.16); 9. Esperando uns pelos outros (1Co. 11.33); 10. Importando uns com os outros (1Co. 12.25); 11. Servindo uns aos outros (Gl. 5.13); 12. Levando as cargas uns dos outros (Gl. 6.2); 13. Suportando uns aos outros (Ef. 4.2); 14. Sendo benignos uns para com os outros (Ef. 4.32); 15. Sujeitando-se uns aos outros (Ef. 5.21); 16. Estimando uns aos outros (Fp. 2.3); 17. Consolando uns aos outros (1Ts. 4.18); 18. Confessando pecados uns aos outros (Tg. 5.16a); e Orando uns pelos outros (Tg.5.16b).
Getz destaca: ‘‘A igreja em que se manifesta o fruto do Espírito está praticando as regras de ‘uns para com os outros’ que edificam o corpo de Cristo e levam à unidade e singularidade; em contraste, a igreja em que se manifestam os atos da natureza pecadora é carnal e não está praticando as regras de ‘uns para com os outros’, as quais a mantêm mundana e em estado de desunião.’’
Deus nos conduza a uma vida cheia do Espírito e virtuosa nos frutos do Espírito para edificação do corpo, a igreja.
Tenha uma boa semana na bênção de Deus!

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