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terça-feira, 24 de abril de 2012

AS MÃOS DE CRISTO


Jairo era homem religioso e de fé. Era devotado ao seu Deus e, como todos, a mercê dos infortúnios da vida. Em um desses infortúnios, sua filha cai moribunda. Sua filha: a alegria de ser e existir. Ela era a alegria de seu lar! A medicina de seu tempo não consegue curá-la. Jairo, certamente, entra em pânico. Seu pânico, contudo, é interior, pois, no seu exterior vê-se um homem calmo e com o olhar perdido rumo ao horizonte como que perguntando de onde “virá o socorro” (Sl. 121.1).
Ele subitamente toma a sua capa e sai. Sua mulher, com receio de que no estado em que se encontrava fosse fazer alguma bobagem, pergunta temerosa aonde ele vai. O mesmo resmunga e diz algo que até parecia que ela tinha ouvido mal: “Vou chamar a Jesus, o Nazareno!”
A multidão aperta e agita-se ao redor de Jesus. Jairo, por sua vez, é direto: “Minha filha está morrendo, vem e põe as mãos sobre ela, para que sare e viva”. O que será que Jairo pensava haver nas mãos do Mestre? O resto da história é-nos relatada pelos evangelistas. Sua filha havia morrido. Jesus, tomando-a pelas mãos, a ressuscita!
As mãos de Jesus são abrigadoras de toda graça divina. Seu toque é portador de poder salvador e sarador. Através de suas mãos, cegos viram, mortos ressuscitaram, e o caminho ao Pai foi aberto quando elas receberam na cruz os cravos. Debaixo das mãos de Cristo, certamente, encontraremos conforto, paz, salvação e vida. Suas mãos sãos abrigos para todos os cansados e sobrecarregados. Em seus braços, o pecador encontrará o perdão, o enfermo à cura, o abatido a restauração de suas forças, e o desesperado à esperança. As mãos de Cristo estão abertas e prontas a nos acolher. Contudo, é preciso achegar-se a elas com fé e prontos a não somente receber seu auxílio, mas, também, a sua direção para nossa vida.
Façamos nosso aquele pedindo de Jairo: “Vem Jesus e põe as mãos sobre a minha filha, meu filho, meu lar, meu marido, minha esposa, minha igreja, meu irmão e minha irmã para que sare e viva”!

(Extraído do livro Desenterrando os tesouros de Deus, do Rev. Lucas Guimarães)

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