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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Estudo Bíblico "Verdades que transformam": O arrependimento

Igreja Vitória

Ninguém pode ser salvo sem arrependimento. Mas, também, ninguém se salva apenas pelo arrependimento. Não basta apenas arrepender-se de algo. É necessário arrepender-se para algo!
Arrepender-se apenas dos erros é uma atitude louvável, mas esse arrependimento não é daquela espécie que obtém o perdão de nossos pecados ou a nossa admissão à vida eterna. Por quê? Porque o indivíduo deve dar a Jesus Cristo o lugar que Ele merece em sua vida. Pois a verdade é que a lei de Deus foi desobedecida, e a transgressão da lei requer que a penalidade imposta pela lei seja saldada. A mudança de coração não é o bastante. É necessário ser nova criatura!
As Escrituras mostram a importância do arrependimento. Noé foi pregoeiro da justiça e conclamou sua geração a se arrepender. Também assim fizeram os profetas. João Batista começou seu ministério pregando sobre arrependimento (Mt. 3.2, 7-8) e o mesmo aconteceu com Jesus (Mt. 4.17). No dia de Pentecostes, Pedro convoca o povo para se arrepender (At. 2.38). E Paulo diz que Deus não leva em conta o tempo de ignorância, mas chama a todos ao arrependimento (At. 17.30). Por cinquenta e três vezes no Novo Testamento as pessoas são chamadas ao arrependimento.
Dois motivos fazem com que as pessoas não se arrependam. Primeiro, é que elas não vêem o pecado como algo de pouca importância. Isto significa que não conhecem o real significado do pecado. Segundo, é que elas perderam de vista a santidade de Deus. Não levantam os olhos, porque, se ao menos os erguessem e contemplassem a Deus, haveriam de abominar a si mesmos e de arrepender-se no pó e na cinza (Is. 6.1-7).
Na Bíblia, fé e arrependimento jamais são separados. Não pode haver arrependimento genuíno sem fé. E nem há fé genuína sem arrependimento. Pode haver fé que é somente conhecimento intelectual. E pode haver arrependimento que é somente remorso.
Precisamos saber se já nos arrependemos de nossos pecados ou vivemos na ilusão acreditando que podemos viver nesse mundo no pecado e, mais tarde, viver no céu.
A questão não é meramente virar uma nova página da vida e tentar agir melhor. Veja o que diz Timóteo (2.24-25). O arrependimento é a porta para a comunhão com Deus. Assim como no céu não entra pecado, na presença de Deus também não. Que sejamos encontrados produzindo frutos que corresponda a intensidade de nosso arrependimento: contrição, dependência de Deus e santificação.

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