Ads 468x60px

Featured Posts

IGREJA VITÓRIA

Para adorar a Deus, amar Jesus, e torná-lo amado!

Sua doação de um quilo de alimento não perecível

será nossa vitória contra a míseria!

DEVOCIONAIS DE VITÓRIA

Para torná-lo vencedor e pleno de amor a Cristo o dia todo!

ESPIRITUALIDADE CALVINIANA

Aprenda com João Calvino a entregar o coração a Deus.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ATITUDES DO CORAÇÃO FIRME EM DEUS (SALMO 108)


Mensagem proferida na Igreja Vitória em 19/10/14 pelo Rev. Lucas Guimarães a partir do Salmo 108.

* * *

Igreja Presbiteriana Vitória

sábado, 18 de outubro de 2014

ORAÇÃO: DEVER E FÉ

Oração: dever e fé - Igreja Vitória

‘‘Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer’’ (Lucas 18.1).

      O testemunho evangélico afirma que a parábola da importunação da viúva ao juiz iníquo é uma lição pedagógica de Jesus para que os discípulos atentassem sobre a importância da oração. Vê-se nele duas ênfases: do evangelista e do próprio Jesus. Dado o texto bíblico, é possível destacar quatro verdades sobre oração.
        Primeira, se o próprio Jesus a tornou palco de seu ensino, significa que ele a conferiu importância. A oração é parte da experiência cristã de discipulado. Um dos principais ensino prático de Jesus aos discípulos foi sobre oração. Nesse sentido, o que Jesus primeiro fez foi ensinar a orar e não ensinar sobre oração. A teoria da oração se aprender através da prática da oração. Aquele que começa pela teoria da oração corre o risco de nunca aprender a prática: nunca entrar na escola do discipulado.
        Segunda, que a oração lida com o que é normativo da vida cristã, sua conduta de fé. A oração é uma questão ética e devocional: ética que forja a devoção, e devoção que inspira a ética. Não se trata de moralismo, mas de afeição para com as virtudes do Reino de Deus (justiça, paz e alegria no Espírito Santo). Assim como se busca em amor a Deus praticar os Dez Mandamentos, a vivência das Bem-Aventuranças e a graça dos frutos do Espírito Santo, será parte das regras de bondade, virtude e fé a oração. 
     Terceira, que a oração é uma norma que não prevê suspensão. Não se pretende suspender o respeito à vida para atentar contra ela. Não se pretende cair em delito e tomar para si o que é do outro (furtar/roubar). Semelhantemente, não se deve deixar de orar para cair no vacilo da incredulidade e da vida sem Deus.
      E, finalmente, que a oração, como parte da conduta de fé, implica numa condição psicológica de ânimo. A perseverança na oração não é, em si, antídoto ao desânimo. A perseverança deve aprender a conviver com o desânimo. É possível prevalecer na oração e viver desanimado. O ensino bíblico orienta que se deve reforçar a prática perseverante da oração com a prática do ânimo na oração. Não apenas oração perseverante, mas oração animadora e que não deixa perder a esperança.
       O caminho do discipulado passa pela oração como conduta de fé que se exprime como perseverante e dada ao ânimo. Esse é o ensino de Cristo e a orientação evangélica.
       Deus os conduza à vitória!

       Rev. Lucas Guimarães

* * *
Igreja Presbiteriana Vitória!